Cobrança e recuperação de dívidas em 2026: o que mudou e o que fazer agora
- há 1 dia
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Em 2025, a inadimplência no Brasil voltou a bater recordes. Com a Taxa Selic em 15% ao ano, o crédito ficou mais caro, a renda mais pressionada e as políticas de concessão mais restritivas.
O resultado é um ciclo que amplia o número de consumidores em atraso.
Mas aqui está o paradoxo: mesmo com o mercado de trabalho aquecido e a inflação desacelerando, a inadimplência continuou subindo. Isso porque o problema deixou de ser apenas falta de renda. É falta de organização financeira, endividamento acumulado e dificuldade de gestão dos compromissos, especialmente entre famílias de menor renda.
Quando a inadimplência muda de patamar, a estratégia de cobrança também precisa evoluir.
Em 2025, a inadimplência no Brasil voltou a bater recordes. Com a Taxa Selic em 15% ao ano, o crédito ficou mais caro, a renda mais pressionada e as políticas de concessão mais restritivas. O resultado é um ciclo que amplia o número de consumidores em atraso.
Mas aqui está o paradoxo: mesmo com o mercado de trabalho aquecido e a inflação desacelerando, a inadimplência continuou subindo. Isso porque o problema deixou de ser apenas falta de renda. É falta de organização financeira, endividamento acumulado e dificuldade de gestão dos compromissos, especialmente entre famílias de menor renda.
Quando a inadimplência muda de patamar, a estratégia de cobrança também precisa evoluir.
Fonte: Serasa Experian





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